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Evento na Hestia Import

Pastilhas vendidas pela Hestia Import 1. Crédito_Divulgação.

Pastilhas vendidas pela Hestia Import 1. Crédito_Divulgação.

Pastilhas vendidas pela Hestia Import 2. Crédito_Divulgação.

Pastilhas vendidas pela Hestia Import 2. Crédito_Divulgação.

A Hestia Import, empresa especializada na venda de materiais de construção importados, reúne amanhã (24), a partir das 19 horas, um grupo de arquitetos, decoradores, dirigentes e profissionais do departamento de compra de construtoras locais para um coquetel no showroom da empresa, situada no Bairro Seminário, em Curitiba. O evento tem a finalidade de apresentar aos convidados as últimas tendências em materiais de acabamento, como pastilhas de vidro, porcelanatos, saunas e spas, além de promover o networking entre profissionais das áreas de arquitetura e da construção civil.

Repaginadas, pastilhas ganham espaço nos projetos arquitetônicos.

Elas apareceram como queridinhas na década de 50 e voltam à cena remodeladas, em diversos materiais, cores e tamanhos. De acordo com a arquiteta da Hestia Construções e Empreendimentos, Regina Valcanaia, as pastilhas estão em alta nos projetos de empreendimentos imobiliários. “Há uma boa aceitação porque elas oferecem solidez e resistência, além de valorizarem em muito a estética”, ressalta.

Regina conta que, no mercado, podem ser encontradas pastilhas de diversas dimensões, até de tamanho inferior a 2×2 centímetros. “Isso possibilita um acabamento melhor em superfícies curvas”, explica. Os materiais também evoluíram em sua composição. Além da tradicional cerâmica, atualmente as pastilhas podem ser encontradas em modelos como vidro, resina e aço-inox.

Benefícios – Para a arquiteta, o material apresenta vantagens em relação a outros revestimentos comumente aplicados em fachadas, como o grafiato. “As pastilhas facilitam a combinação de cores e nunca perdem o brilho e a cor original. Elas duram aproximadamente 30 anos, além de contarem com baixo custo de aplicação e manutenção. Também são ótimos isolantes térmicos e elétricos”, informa.

Manutenção – No que se refere à manutenção, mais uma vez a pastilha leva vantagem. “Quando necessária a substituição de placas, não há comprometimento da cor e uniformidade como constatamos numa fachada com pintura ou grafiato aonde qualquer retoque exige a repintura total da mesma”, compara.

Durabilidade – Regina afirma que as pastilhas, em vidro ou resina, não desbotam e são resistentes a produtos químicos. Mas alerta que devem ser aplicadas por um profissional especializado, para evitar o descolamento. “É preciso deixar a superfície plana, usar produtos de qualidade e de forma correta, como também ser minucioso na aplicação para evitar desníveis entre as placas, obtendo um assim um ótimo acabamento”, ressalta.

Aplicação – As pastilhas também podem ser usadas em ambientes úmidos, como banheiro, vestiário, sauna e piscina. “A absorção de água da pastilha é de 0,5%, o que garante uma boa impermeabilização”, comenta Regina. A fácil adesão à superfície possibilita outras formas de aplicação, como em painéis decorativos. “Hoje também são largamente usados os mosaicos que podem ser aplicados em vários substratos tais como paredes, portas ou fachadas”, sugere.

A arquiteta da Hestia Construções e Empreendimentos afirma que não existem restrições construtivas e funcionais para o uso das pastilhas, mas lembra que para o bom desempenho do material é imprescindível a boa manutenção que requer limpeza periódica e revisão anual dos rejuntamentos. “A pastilha é funcional e permite a personalização. É um ganho na arquitetura e na estética, por isso, pode-se usar e ousar”, aconselha Regina.

Ousadia até debaixo d’água


Gustavo Selig empreende inovações não apenas no mergulho, mas também nos negócios.

No mar, cavernas, locais de naufrágio e com mudanças de temperatura e de salinidade. Em terra firme, novas cidades e atividades para explorar. Para enfrentar desafios, seja como mergulhador ou como empresário da construção civil, o diretor-presidente da Hestia e presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), Gustavo Selig, diz que a fórmula é a mesma. “Em ambas as situações é necessário ter um elevado nível técnico, uma confiança muito grande em você mesmo e na sua equipe, autocontrole e calma”, conta.

Adorador da água, tanto que aprendeu a nadar sozinho, em 1993, Selig conheceu um grupo que planejava abrir uma escola de mergulho em Curitiba e já estava em atividade em Bombinhas, no litoral catarinense. Nesta época, fez o primeiro curso e recebeu a autorização para realizar a atividade. No mesmo ano, o empresário assumiu o controle da Hestia, construtora especializada na implantação de edifícios residenciais. Desde então, não parou mais. Em nenhuma das áreas.

Seis anos depois, Selig tornou-se instrutor de mergulho pela credenciadora internacional National Association of Underwater Instructors (NAUI Worldwide) e chegou a ter sua própria escola em Bombinhas, onde começou a atividade. “Já formei mais de trezentos alunos”, revela. Quem diria que nove anos depois, em 2008, o litoral catarinense também iria abrigar uma filial da construtora, no município de Itajaí, iniciando o plano de expansão da empresa? Foi exatamente isso que aconteceu. Hoje, a Hestia é responsável pela construção do complexo imobiliário Ilhas Gregas, com cerca de 300 apartamentos distribuídos em seis torres, além de lojas comerciais.

Já como instrutor, Selig se especializou em outros tipos de mergulho e fez memoráveis explorações em cavernas no Mato Grosso, em Cenotes na Península de Yucatan (México)  e no Naufrágio Corveta Ipiranga, em Fernando de Noronha. Nos negócios, mergulhou fundo na diversificação das atividades da empresa. Há dois anos criou a Hestia Import, que atua como importadora de materiais de construção e tem como carro-chefe pastilhas de vidro e porcelanatos, e já faz planos para fortalecer sua atuação como incorporadora. Está nascendo o Grupo Hestia.

“Essa é, e sempre vai ser, uma característica da Hestia, que é buscar novas tecnologias para as obras, expandir mercados e criar outras empresas como ‘braços’ da construtora. A ousadia presente no mergulho também está no dia-a-dia da empresa, desde que empregada com segurança e sustentabilidade”, compara Selig.

Entre tantos riscos, qual o segredo para ser um bom mergulhador? E um empresário da construção civil bem-sucedido? Mais uma vez, a receita se repete. “Nos dois casos é preciso ser transparente, ter tranquilidade, ser arrojado, mas ao mesmo tempo prudente, para dar credibilidade a sua equipe”, opina Selig.

Matéria publicada na Revista Imóvel Magazine, Edição 11, Abril/Maio de 2011, Página 50.
Texto: Maria Emilia Staczuk.
Foto: Divulgação.

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