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Prédios estão migrando para os bairros em Itajaí
As 46 mil toneladas de concreto que a construtora Hestia vai colocar no empreendimento Ilhas Gregas, no bairro Dom Bosco, são o reflexo de um fenômeno pelo qual passa a construção civil de Itajaí: a migração da verticalização do centro para os bairros da cidade. Paulo Praun, secretário de Urbanismo de Itajaí, estima que dos 407 alvarás emitidos para construção no primeiro semestre deste ano, entre 60 e 80 sejam prédios. “E aproximadamente 20% deles na área central e 80% nos bairros”, informa.
O interesse em grande escala das construtoras pelos bairros na cidade é recente. “Nos últimos cinco anos intensificou-se a procura de novos empreendimentos e consultas de viabilidade para construção de edifícios nas áreas de bairros”.
As regiões de Fazenda, Praia Brava, Vila Operária, Dom Bosco e São Judas, diz o secretário, têm sido as mais procuradas pelos empreendedores para conseguir licenças de construção na prefeitura. “Mas na região da Murta tem conjuntos de prédios habitacionais de quatro pavimentos, que já dá para considerar verticalização”, observa Praun.
É o caso da Hestia, que é de Curitiba e resolveu investir pesado num bairro que até então somente tinha visto pequenas construções. “O Dom Bosco é um bairro eminentemente residencial, com fácil acesso para quem vem da BR-101 e para quem vai ao centro da cidade, ou mesmo para Balneário Camboriú”, justifica Gustavo Selig, presidente do grupo paranaense.
O tamanho do Ilhas Gregas dá uma ideia da aposta da construtora. É um empreendimento com seis torres, que estão sendo construídas em quatro frases. A primeira fase já foi entregue, a Mykonos. A segunda, Santorini, deve ser concluída este ano. Tanto crescimento assim é para dar conta da sustentação dos 88 apartamentos de dois ou três quartos. Todo o empreendimento terá 286 unidades.
Fonte: Diarinho. Editoria Seu Dinheiro. 17 de julho de 2011.
Cidade de Itajaí recebe investimentos

Itajaí-SC
A cidade de Itajaí vem se consolidando como um dos principais pólos portuários do país. Isto tem resultado em mais investimentos para melhoria dos processos internos e para ampliação da produção nas fábricas já instaladas, além de atrair novas companhias para região. A Gomes da Costa, líder nacional em vendas de pescados enlatados, prevê mais recursos para a sua unidade instalada no município litorâneo. A empresa deve investir R$ 30 milhões, nos próximos três anos, para a modernização de processos e projetos relacionados ao meio ambiente na fábrica do Brasil. A companhia produz, diariamente, um milhão de latas.
Iniciativa que gera empregos e produz renda, movimentando a economia local. Isso tem reflexo direto no mercado imobiliário, seja para a aquisição de imóveis com fins de moradia ou para investimento. E a Hestia não poderia ficar de fora. A empresa está construindo, no Bairro Dom Bosco, o complexo imobiliário Ilhas Gregas. O empreendimento terá aproximadamente 300 apartamentos, além de lojas comerciais, distribuídos em seis torres e com construção em quatro fases. A primeira está entregue e a segunda em construção. A terceira e a quarta estão em lançamento.
Fonte: Jornal Bolsão. Editoria de Geral. 21 de maio de 2011.
Complexo imobiliário em Itajaí receberá mais de 46 mil toneladas de concreto
As obras do complexo imobiliário Ilhas Gregas, da Hestia Construções e Empreendimentos, em Itajaí, estão a todo vapor. O gerente de engenharia, Marlon Vinicius Rocha, informa que, no momento, está sendo realizada a concretagem das lajes do Santorini, segunda das quatro fases do complexo, cuja estrutura deve estar concluída ainda neste ano.
Além dos trabalhos de alvenaria, estão sendo executados o revestimento interno dos apartamentos e a instalação das tubulações elétricas e hidráulicas. Ao todo, o empreendimento deve contabilizar aproximadamente 46 mil toneladas de concreto.
O Ilhas Gregas terá 286 apartamentos residenciais e está sendo implantado em etapas. De acordo com o gerente comercial da Hestia em Itajaí, Aloizio Henrique Pereira, 70% das unidades do complexo imobiliário estão vendidas.
A primeira fase, chamada Mykonos, está entregue e compreende uma torre com 55 apartamentos, todos com churrasqueira na sacada, além de três lojas no térreo. As unidades residenciais, de dois e três dormitórios, têm área privativa de 88 a 214 metros quadrados. A área comum é composta por salão de festas com espaço gourmet, salão de jogos, home cine, espaço fitness e piscina com raia de 18 metros integrada a um pool bar.
A segunda fase, Santorini, está em construção e vai abrigar 88 apartamentos, também com churrasqueira na sacada, distribuídos em duas torres. As unidades residenciais, com dois dormitórios, terão área privativa de 76 a 179 metros quadrados. Os itens de lazer vão compreender salão de festas com espaço gourmet, espaço fitness e piscina com raia de 18 metros integrada a um pool bar. A terceira fase, Corfu, e a quarta fase, Skiathos, têm as mesmas características do Santorini e do Mykonos, respectivamente. Ambas estão em lançamento.
Alta temporada movimenta o mercado imobiliário catarinense
A alta temporada está movimentando as praias catarinenses, e o mercado imobiliário da região. De acordo com o diretor-presidente do Grupo Hestia, Gustavo Selig, a empresa estima chegar a R$ 5 milhões em novos negócios entre dezembro e fevereiro. “Com a entrega do primeiro condomínio, de seis que estamos construindo em Itajaí, acreditamos que o número de vendas será maior do que o do ano passado”, explica Selig.
A empresa está construindo o complexo imobiliário Ilhas Gregas, com quatro fases e seis torres, no Bairro Dom Bosco. Ao todo, o empreendimento terá 278 apartamentos e seis lojas. A primeira fase, chamada Mykonos, foi entregue em outubro de 2010, e conta apenas com 12 imóveis para a venda, entre 53 apartamentos de dois e de três dormitórios.
Além dos veranistas, construtoras e incorporadoras apostam nos estudantes e nos jovens empresários, vindos de outros Estados e cidades, entre os principais compradores. “Existe um grande número de empresas que estão se instalando no Vale do Itajaí, principalmente por conta da retomada das atividades do porto, o que motiva um grande número de transferências. E este é o período para se fechar negócio, especialmente para quem precisa de tempo hábil para se estruturar na nova residência”, afirma Selig.
Mais informações sobre o Ilhas Gregas, acesse: www.hestia.com.br/ilhasgregas














