Estudo revela perfil do novo consumidor de imóveis

Um estudo realizado pelo Instituto Data Popular revela o perfil do novo consumidor de imóveis. A classe C – nova classe média brasileira – está mudando a estrutura do consumo no Brasil, por isso é importante que o mercado imobiliário compreenda os medos e as expectativas desse novo consumidor que ainda sonha com a casa própria.

Entre 2002 e 2008, a renda das classes C, D e E cresceu R$ 163 milhões. A base da pirâmide melhorou de vida e agora busca imóveis que possam suprir suas necessidades, bem distintas das necessidades do consumidor das classes A e B.

A proporção de pessoas que tem imóvel próprio é menor nas classes mais baixas, além disso, este grupo é mais jovem do que o das classes A e B. Por isso, o número potencial de famílias é maior e a demanda pelo perfil de imóvel que supra as necessidades deste público será fator importante para o mercado imobiliário nos próximos anos.

Segundo pesquisas, a compra do imóvel pela base da pirâmide é norteada, principalmente, pelo medo de não conseguir pagar o imóvel ou atrasar as parcelas Leia Mais.. »

Hestia lança sétimo edifício residencial no Água Verde

A Hestia Construções e Empreendimentos lança o seu sétimo edifício residencial no Bairro Água Verde, em Curitiba: o Creta Residencial. De acordo com o diretor da construtora, Gustavo Selig, 50% das unidades já estão vendidas. “Acreditamos que com metade das obras realizadas, todos os imóveis estarão comercializados”, prevê.

Além da localização, Selig destaca o cuidado com o acabamento, o projeto arquitetônico da fachada e a distribuição dos itens de lazer na área comum como os grandes diferenciais do edifício. Leia Mais.. »

Hestia vai construir o primeiro centro comercial de Navegantes


A Hestia Construções e Empreendimentos vai construir o primeiro centro comercial do município de Navegantes, em Santa Catarina: o Atlantis Trade Center. De acordo com o diretor da empresa, Gustavo Selig, o empreendimento tem um Volume Geral de Vendas (VGV) de R$ 16 milhões e deverá ser concluído em maio de 2011.

Com uma torre, o edifício terá 108 salas comerciais com área entre 35 e 70 m2, em média, distribuídas em nove pavimentos, num total de 12 unidades por andar. No pavimento térreo serão construídas mais três lojas, com área média de 350 m2 cada, e haverá outros dois pavimentos para garagem. “Devido à grande carência deste tipo de imóvel na região, as unidades serão destinadas a quaisquer atividades administrativa, comercial ou de prestação de serviços, podendo até mesmo ser ocupadas por agências bancárias”, conta Selig.

O diretor da construtora também destaca que há a possibilidade de personalização dos imóveis, conforme o número de unidades adquiridas por andar e informa que os serviços preliminares para construção do empreendimento estão sendo iniciados.

Curitibano prefere ampliar relações sociais

O hábito mais frequente dos usuários de internet de Curitiba é utilizar a rede para se comunicar. Quase 80% deles enviaram pelo menos uma mensagem nos últimos sete dias, seja por correio eletrônico, programas de mensagens instantâneas – como o MSN Messenger – ou, ainda, por meio de ferramentas sociais, como o orkut.

 

Ao mesmo tempo, como era previsível, o envio de cartas pelo correio por esses usuários caiu drasticamente. De acordo com o levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas, somente 10% deles enviaram uma carta nos últimos sete dias. Embora 38% dos internautas enviem entre uma e dez mensagens por semana, é significativo o dado de que 12% deles enviem entre 21 e 50 mensagens e que 9% enviem mais de 50 mensagens semanais.

 

Esses dados sobre a intensidade de comunicação online sugerem também que a rede vem se tornando um veículo para as pessoas estenderem suas relações sociais e buscarem informações com qualidade. O professor Sérgio Amadeu, da Faculdade Cásper Líbero, afirma que grande parte das pessoas que “nasceram com a internet” procura informações a partir de suas redes sociais, e não por meio de mecanismos de busca, porque os dados que conseguem nas redes sociais online acabam sendo mais precisos e úteis.

 

A afirmação encontra respaldo na experiência de usuários. Carolina Reine, 24 anos, estudante de Design Gráfico da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), afirma que atualmente os blogs são usados para dividir “expertises” – ou seja, conhecimentos nos quais os autores são especialistas. O modo de usar blogs hoje, diz Carolina, é bem diferente da época em que ela iniciou o seu primeiro, em 2000, quando o uso mais comum para a ferramenta era o de “diários virtuais”. Segundo ela, ferramentas como blogs, orkut, Facebook e Twitter são usadas para ampliar as relações sociais.

 

Fonte: Gazeta do Povo

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