Hestia participa de feira em Itajaí

A Hestia participa da segunda edição da Casa Show Itajaí, feira de móveis, decoração arquitetura e imóveis. O evento será realizado de 6 a 15 de maio no Centreventos Itajaí – Parque da Marejada. De acordo com a organização, é esperado um público de 40 mil visitantes nos dez dias da feira. A Hestia está entre os 70 expositores e vai disponibilizar maquete, painéis e folders do complexo imobiliário Ilhas Gregas, empreendimento em construção em Itajaí (SC), que terá aproximadamente 300 apartamentos distribuídos em seis torres, além de lojas comerciais. Os clientes que fecharem negócio no local receberão um brinde especial e personalizado, com um toque de mitologia grega.

Serviço:
2ª Casa Show Itajaí
Data: 6 a 15 de maio de 2011.
Local: Centreventos Itajaí – Parque da Marejada (Avenida Ministro Vitor Konder, nº 303 – Centro)
Horário: das 16 às 22 horas (segunda a sexta-feira), das 14 às 22 horas (sábados) e das 14 às 21 horas (domingos).
Ingresso: R$ 6,00. Menores de 12 anos não pagam.

Hestia capacita mulheres para a construção civil



Em vez de presilhas e tiaras, capacete. No lugar de vestido e salto alto, calça jeans e botina. As mulheres trocam a vaidade pelo serviço pesado, trabalhando lado-a-lado com os homens no canteiro de obras do Creta, edifício residencial em implantação pela Hestia Construções e Empreendimentos, em Curitiba. Desde abril deste ano, a empresa desenvolve um projeto-piloto para capacitar as profissionais interessadas em atuar na construção civil.

“A inserção das mulheres é, sem dúvida, uma excelente alternativa para a escassez de mão-de-obra qualificada no setor. Mas a finalidade maior do projeto é criar oportunidade. Não tem porque elas deixarem de ocupar este segmento. Esta restrição era muito mais uma questão cultural”, destaca o diretor-presidente da Hestia, Gustavo Selig.

O gerente de Recursos Humanos da Hestia, Danilo Riekel, conta que o treinamento tem um ano de duração. Inicialmente, as mulheres estão sendo ambientadas no canteiro de obras e conhecendo as etapas de construção. Em seguida, vão acompanhar os profissionais para a execução dos serviços, com supervisão do engenheiro e do mestre-de-obras do empreendimento, a fim de identificar as aptidões de cada candidata.

“A nossa intenção é formá-las para área de acabamento fino, pois, as mulheres são mais minuciosas, cuidadosas e detalhistas. Mas se elas tiverem o perfil para a função de pedreiro, por exemplo, vamos formar este profissional, inclusive buscando parcerias com as entidades de classe para ofertar cursos de aperfeiçoamento”, explica Riekel.

Das 23 mulheres inscritas, apenas duas foram escolhidas para participar do projeto, em caráter experimental. “Mesmo em treinamento, elas estão contratadas para a função de ajudante de obra”, informa Riekel. Janaína Mendes e Rosélia das Graças Rodrigues, de 38 anos, já estão com a mão na massa.

Além da mesma idade, as duas têm experiência em obras, ainda que restrita à parte de limpeza. Janaína conta que ajudou a construir a casa em que mora com os três filhos. “Eu já sei instalar chuveiro e a escada da minha casa fui eu quem fez”, justifica. Por meio de um anúncio em um terminal de ônibus ela tomou conhecimento da vaga e não pensou duas vezes para enviar o currículo. “Não é difícil. Se os homens podem, nós também podemos”, defende.

Antes de entrar para a Hestia, Rosélia dividia o trabalho entre a obra, como servente do marido, e a limpeza de colégios e prédios. “Eu gosto do tipo de serviço da construção civil e já estou acostumada a trabalhar neste ambiente”, comenta.

Janaína diz que não vê dificuldades no relacionamento entre homens e mulheres no canteiro de obras. “Se você precisar e realmente quiser aprender, eles ajudam prontamente e estão dispostos a ensinar”, diz. A ajudante já faz planos. “Eu quero ser mestre-de-obras”, revela.

Ousadia até debaixo d’água


Gustavo Selig empreende inovações não apenas no mergulho, mas também nos negócios.

No mar, cavernas, locais de naufrágio e com mudanças de temperatura e de salinidade. Em terra firme, novas cidades e atividades para explorar. Para enfrentar desafios, seja como mergulhador ou como empresário da construção civil, o diretor-presidente da Hestia e presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), Gustavo Selig, diz que a fórmula é a mesma. “Em ambas as situações é necessário ter um elevado nível técnico, uma confiança muito grande em você mesmo e na sua equipe, autocontrole e calma”, conta.

Adorador da água, tanto que aprendeu a nadar sozinho, em 1993, Selig conheceu um grupo que planejava abrir uma escola de mergulho em Curitiba e já estava em atividade em Bombinhas, no litoral catarinense. Nesta época, fez o primeiro curso e recebeu a autorização para realizar a atividade. No mesmo ano, o empresário assumiu o controle da Hestia, construtora especializada na implantação de edifícios residenciais. Desde então, não parou mais. Em nenhuma das áreas.

Seis anos depois, Selig tornou-se instrutor de mergulho pela credenciadora internacional National Association of Underwater Instructors (NAUI Worldwide) e chegou a ter sua própria escola em Bombinhas, onde começou a atividade. “Já formei mais de trezentos alunos”, revela. Quem diria que nove anos depois, em 2008, o litoral catarinense também iria abrigar uma filial da construtora, no município de Itajaí, iniciando o plano de expansão da empresa? Foi exatamente isso que aconteceu. Hoje, a Hestia é responsável pela construção do complexo imobiliário Ilhas Gregas, com cerca de 300 apartamentos distribuídos em seis torres, além de lojas comerciais.

Já como instrutor, Selig se especializou em outros tipos de mergulho e fez memoráveis explorações em cavernas no Mato Grosso, em Cenotes na Península de Yucatan (México)  e no Naufrágio Corveta Ipiranga, em Fernando de Noronha. Nos negócios, mergulhou fundo na diversificação das atividades da empresa. Há dois anos criou a Hestia Import, que atua como importadora de materiais de construção e tem como carro-chefe pastilhas de vidro e porcelanatos, e já faz planos para fortalecer sua atuação como incorporadora. Está nascendo o Grupo Hestia.

“Essa é, e sempre vai ser, uma característica da Hestia, que é buscar novas tecnologias para as obras, expandir mercados e criar outras empresas como ‘braços’ da construtora. A ousadia presente no mergulho também está no dia-a-dia da empresa, desde que empregada com segurança e sustentabilidade”, compara Selig.

Entre tantos riscos, qual o segredo para ser um bom mergulhador? E um empresário da construção civil bem-sucedido? Mais uma vez, a receita se repete. “Nos dois casos é preciso ser transparente, ter tranquilidade, ser arrojado, mas ao mesmo tempo prudente, para dar credibilidade a sua equipe”, opina Selig.

Matéria publicada na Revista Imóvel Magazine, Edição 11, Abril/Maio de 2011, Página 50.
Texto: Maria Emilia Staczuk.
Foto: Divulgação.

Mercado imobiliário em alta em Curitiba

Matéria do programa E-Paraná, da TV Educativa, apresenta um panorama do mercado imobiliário de Curitiba. O diretor-presidente da Hestia e presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), Gustavo Selig, fala sobre os lançamentos de apartamentos residenciais na cidade:
Imagem de Amostra do You Tube

Galeria Hestia no Flickr

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