Arquivos da Categoria ‘Meio ambiente’
Hestia entrega empreendimento no Ecoville
Estão concluídos os trabalhos de construção do Hera Garden, primeiro edifício da Hestia Construções e Empreendimento no Bairro Ecoville, em Curitiba. Os equipamentos e o mobiliário da área comum já foram instalados e os imóveis estão sendo entregues aos moradores.
O Hera Garden tem 12 apartamentos com três dormitórios – dois por andar – com 191 metros quadrados e duas coberturas duplex – uma por andar – com 350 metros quadrados. Cada unidade conta com uma varanda de 12 metros quadrados e as coberturas comportam duas salas – uma delas para home-teather – e churrasqueira. Além da área descoberta, a área comum conta com solarium – ambiente para tomar sol -, espaço gourmet, sala de ginástica e spa com sauna seca.
A preocupação com a sustentabilidade e com garantias mínimas de acessibilidade também está presente no projeto. Foi feito um estudo de iluminação para implantação de um sistema sensorial de controle do uso da energia elétrica. No spa e na sauna, o aquecimento é acionado manualmente, evitando desperdício. Também foi instalado um elevador projetado para pessoas com deficiência na entrada do empreendimento, como opção às escadas.
De acordo com o diretor da Hestia, Gustavo Selig, metade das unidades do empreendimento está vendida e intenção de compra, até o momento, foi prioritariamente para dar um upgrade no imóvel. Localização, configuração da planta e tipo de acabamento são os grandes atrativos do empreendimento, principalmente para os investidores. Selig destaca que o Ecoville terá uma valorização muito grande nos próximos anos, em torno de 18 a 20% sobre o valor de compra do imóvel.
Dicas para evitar o desperdício de água durante as férias
Antes de viajar com a família para curtir as tão esperadas férias é necessário que os moradores tomem alguns cuidados com as instalações hidráulicas do imóvel e com a ligação de água. Confira as orientações da Sanepar para uma viagem tranqüila:
- verifique se há alguma torneira com problemas de funcionamento. Uma única torneira com vazamento de 1mm de água pode desperdiçar até 60 mil litros por mês;
- feche o registro. Essa medida pode evitar o desperdício causado por algum vazamento na tubulação ou na caixa d’água;
- proteja a ligação de água contra ações de vândalos. A instalação de uma caixa com grade removível dificulta a ação de depredadores;
- facilite o acesso à leitura pelo agente comercial da empresa neste período. A impossibilidade de acesso pode acarretar o lançamento de consumo mensal pela média;
- o usuário pode autorizar o pagamento da conta de água através de débito automático em bancos financeiros. Isso evita o risco de ter o fornecimento suspenso.
Fonte: Agência Estadual de Notícias do (Paraná).
Hestia reaproveita a água da chuva e reduz gastos em até 30%
Há três anos, o discurso de uso racional da água na construção civil se tornou exigência legal em Curitiba. Em março de 2006 foi promulgado o decreto 293, regulamentando a Lei. 10.785 de 2003, que dispõe sobre os critérios do uso e conservação racional da água nas edificações. Entre as medidas, está a obrigatoriedade de se prever a implantação de mecanismos de captação da água da chuva no projeto de instalação hidráulica dos empreendimentos, a fim de se obter o licenciamento da obra.
Em dia com a legislação em vigor e com a responsabilidade ambiental, a Hestia está entre as construtoras curitibanas que contam com sistema de reaproveitamento da água da chuva instalado em seus empreendimentos. De acordo com o diretor da empresa, Gustavo Selig, o investimento feito para a implantação do mecanismo é recuperado em quatro meses. Nos condomínios construídos pela Hestia, a água da chuva coletada é utilizada para a manutenção da área comum.
Além disso, a Hestia conta com um sistema de captação na sua sede administrativa, onde a água é usada para descarga, abastecimento de torneiras, lavagem de veículos e para regar o jardim. Selig conta que, com a implantação do sistema, houve uma redução entre 20% e 30% dos gastos mensais com conta de água. “Mais do que uma questão normativa e econômica, a adesão à iniciativa é uma questão de consciência sobre a importância do uso racional dos recursos naturais. E para transformar ideia em prática, basta ter boa vontade”, destaca Selig.
