Moradores falam sobre nova praça de Itajaí

“Antes eu passava por aqui e não entendia porque o lugar estava tão abandonado. Agora ela está linda, a altura do nome do meu filho”. Sonia Maria do Nascimento, mãe de Evandro do Nascimento, jovem que faleceu em virtude de choque elétrico, em 2005, e que dá nome à praça.

“Assim como a empresa que adotou a praça, todas as outras deviam fazer isso, porque todo mundo usa o local.
A comunidade vai fazer a sua parte para ajudar na manutenção”, falou. Milton Goretti da Luz, funcionário público.

“O que eu mais gostei foi a jardinagem. As colunas também ficaram lindas. Estamos muito satisfeitos”.
Maurina Till, aposentada.

“Antes a praça estava muito bagunçada e feia, agora está bonita. Todo mundo olha”.
Maíra Teixeira Alves, 9 anos, moradora do bairro.
Importar para otimizar
As importações registraram um incremento médio de 45,1% em maio, em comparação com o mesmo período do ano passado, totalizando US$ 461,8 milhões, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento. A atividade comercial segue em alta no país desde janeiro deste ano e, segundo o diretor-presidente da Hestia, Gustavo Selig, começa a ser uma alternativa para construtoras e incorporadoras reduzirem custos. “Hoje é possível trazer o mesmo produto com valor entre 30 e 40% menor do que o de fabricação nacional”, conta.
É o caso da curitibana Hestia Import, braço da Hestia Construções e Empreeendimentos, que, há um ano, comercializa escoras metálicas, andaimes, bandejões para obra, porcelanato e pastilhas de vidro do continente asiático, tendo como público alvo arquitetos e decoradores. “A ideia é aumentar a linha de produtos para oferecer os materiais a outras construtoras. Estamos estudando a viabilidade de trazer metais, louças sanitárias, fechaduras, portas e conjunto de SPA com sauna da Espanha e da Itália”, revela Selig. Ele ressalta que todos os produtos são testados por centros tecnológicos antes de serem comercializados.
De acordo com Selig, o crescimento da procura de matéria-prima pelas empresas do setor, motivado pelo aquecimento do mercado, resultou num aumento no preço dos materiais, com destaque para aço, cimento e produtos cerâmicos. Em Curitiba, serão 17 mil novos imóveis no mercado até o fim do ano.
“Neste ritmo, acredito que alguns produtos deverão ficar escassos nos próximos anos, especialmente em função da Copa de 2014 que viabilizará um grande número de obras de infraestrutura simultaneamente”, prevê. Como conseqüência, se observa o aumento do prazo para entrega dos produtos. “O tempo médio para entrega de uma porta, por exemplo, é de seis meses. Existem empreendimentos que levam um ano para serem concluídos”, compara Selig.
Como ficou a praça de Itajaí revitalizada pela Hestia?
Confira o antes e o depois da Praça Evandro do Nascimento, no Bairro Dom Bosco, em Itajaí (SC). O local foi revitalizado pela Hestia e recebeu novo paisagismo, com a construção de colunas gregas, implantação de calçadas com guia para cegos e rampa de acesso para pessoas com deficiência física, instalação de bancos e lixeiras e plantio de árvores, grama e flores. A empresa também fará a manutenção da praça e de seus equipamentos, à exceção dos aparelhos de ginástica, de responsabilidade da prefeitura.

Mais lançamentos, prazo maior
Aumento do número de alvarás liberados para construção em Curitiba e redução na emissão dos referentes à conclusão das obras. Ou seja: mais lançamentos na cidade com um prazo de construção maior, numa média de 18 meses. Esse é o balanço da produção imobiliária na cidade, no primeiro trimestre deste, em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR).
O número de alvarás liberados para construção, de janeiro a março deste ano, teve um aumento de cerca de 20%, totalizando 4.102 unidades (652 a mais do que o mesmo período do ano passado). A expedição do Habite-se, auto que averba a conclusão da obra e autoriza a incorporadora a proceder a entrega do imóvel, na comparação entre os dois períodos, teve uma queda de 26,5% no primeiro trimestre de 2010, contabilizando 1.874 unidades (657 a menos do que no mesmo período de 2009).
Quer saber mais? Ouça a entrevista com o presidente da Ademi-PR e diretor-presidente da Hestia, Gustavo Selig, a rádio CBN:
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